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domingo, agosto 31, 2014

Entrevista ADRIANO BASTOS - PFC #59

O Por Falar em Corrida teve o prazer de entrevistar um ídolo das corridas de rua do Brasil, Adriano Bastos.

Não perca essa edição do podcast mais irreverente sobre corridas de rua. Acesse o site www.porfalaremcorrida.com ou clique no play logo abaixo para escutar a história impressionante desse que é um dos corredores mais vitoriosos do Brasil.

PLAY

DOWNLOAD DO PFC#59

terça-feira, maio 07, 2013

TIME - Treinamento Individualizado Multiesporte

Regida pelos triatletas e treinadores, Mariana Andrade (Elite Ironman) e Ricardo Brandt (Prof. Doutor em Desempenho no Esporte), a TIME é a minha assessoria esportiva.

No vídeo a equipe verde-amarela de Floripa, realizando o treino coletivo de todos os sábados em Jurerê Internacional.

O vídeo foi produzido pelo atleta Bruno Lima (Agência Token.ac) e realmente ficou muito bom, eu gostei e fiquei com mais orgulho ainda de fazer parte desta equipe de amigos.

quinta-feira, outubro 11, 2012

Corrigindo a postura

Ontem fui até a Beira Mar realizar um treino com o acompanhamento da Mariana Andrade. O objetivo era observar e corrigir a minha postura nos tiros de 400m.

Desde que os treinos de velocidade ficaram mais intensos, tenho sentido dificuldade na coordenação motora, principalmente nas últimas séries, quando a fadiga já é maior.

Como não existe um espelho ao nosso lado enquanto corremos na rua, fica difícil avaliar sozinho a postura durante o treino, por isso é importante ter um treinador que nos acompanhe durante a corrida, e que vá corrigindo o que for necessário.

Foram 12 tiros de 400m em Z3, onde a Mariana me acompanhou de bike a maior parte do tempo, e com as dicas que ela ia dando percebi que realmente melhorar a postura deixa o movimento mais eficiente e menos descoordenado.

No meu caso a principal observação foi sobre a posição do quadril em relação ao alinhamento do corpo. Projetar o quadril mais pra frente, permitindo que ele ajude no desequilíbrio do corpo, faz a aceleração ficar mais natural e por consequência as passadas mais intensas e eficientes.

Outra dica legal que aprendi ontem, foi contar as passadas durante 30seg depois de 1min de tiro. Isto ajuda a perceber se está havendo uma queda de rendimento durante o treino. O ideal é realizar as séries de forma progressiva.

Terminei o treino mais exausto que o normal, afinal o esforço ontem não foi só físico, mas mental também. Ou você acha que é fácil, cuidar o cronômetro, contar as passadas, corrigir a postura e correr abaixo de 4’30”/km, tudo ao mesmo tempo? Não é mole não….mas posso garantir que vale a pena!!!

segunda-feira, setembro 17, 2012

Treino Coletivo Newpace - Mountain Do Lagoa (Trecho 3)

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O treino desse domingo, 16/09, foi com a galera da Newpace no trecho 3 do MD da Lagoa da Conceição, que inicia nas dunas da Joaquina e vai até a Praia Mole. Ainda teve um bônus track, que foi o retorno da Praia Mole até o estacionamento da Joaquina pela estrada.

No total, incluindo o aquecimento na praia, foram 9,85km e um ganho de elevação de 342m. Passeamos e até corremos por diferentes ambientes: dunas esvoaçantes, trilhas cerradas, subidas e descidas de tirar o fôlego (assim como a paisagem!), asfalto fervendo e um banho de mar gelado no final, que já serviu de crioterapia.

Esses treinos coletivos vão muito além do simples fato de dar uma “corridinha” em grupo. São no fundo, uma grande fonte de motivação pra continuar no caminho, ou na trilha, como foi o caso!

Agradecimento aos treinadores Rodrigo e Mariana que organizaram o treino, nos acompanharam no percurso e garantiram a alegria da galera!!! Valeu!!!

Algumas imagens que fiz durante o percurso. Agora diz, tem como não amar Floripa???

Clique nas fotos para ampliar.

Galera reunida para começar o treino  Encarando as dunas da JoacaIMG_0858  Parada pra foto durante a subida da trilha  Descida com um visual recompensador (ao fundo Praia Mole)  IMG_0872

Registro do Percurso no Garmin.

segunda-feira, setembro 10, 2012

Faltou Coragem!

Ainda na semana passada, recebi uma avaliação da Mariana (Newpace) sobre o meu desempenho na prova da Track & Field. Como sempre faço, após cada prova, mando o link do Garmin Connect e alguns comentários para ela, que faz uma avaliação dos dados e me retorna com algumas observações e dicas de como melhorar e continuar evoluindo.

Mas desta vez, até em função do RP nos 10km que conquistei, uma pergunta chamou minha atenção, gerando uma conversa com ela que me fez pensar de uma maneira diferente o fato de “arriscar” mais nas próximas tentativas de superar minhas melhores marcas.

A pergunta da Mariana foi a seguinte:

- Na 2ª parte da corrida, quando querias aumentar a velocidade, como te sentisses? Faltou perna ou coração?

Minha primeira reação ao ler esta pergunta foi tentar ver o que tinha pesado mais, a falta de fôlego ou a fraqueza das pernas. Me lembrei que estava correndo com a meta de 47’30”, e que no km 8 eu já estava com 53” a frente desse tempo de acordo com o Virtual Partner. Não tinha como pensar em “se matar” já sabendo que o melhor tempo é apenas questão de cruzar a linha de chegada.

Na minha resposta, coloquei o seguinte:

- Acho que faltou foi CORAGEM...

Isso mesmo, apesar de estar correndo num ritmo forte, eu acho que se precisasse ir um pouco além pra buscar um tempo ainda mais baixo, eu conseguiria. Não sei dizer se ganharia 10” ou 1’, mas um pouco mais sei que poderia.

No fim de toda avaliação e troca de mensagens com a minha treinadora, uma conclusão me fez refletir sobre os meus caminhos no mundo das corridas. A partir de agora, quebrar recordes pessoais vai ficar cada vez mais difícil, e pra chegar nas minhas melhores marcas será preciso trabalhar mais no limiar entre a “quebra” durante a corrida e o máximo da força e fôlego que consigo usar pra cruzar a linha de chegada.

Será um novo patamar psicológico na corrida pra mim, onde terei de aceitar o fato que “quebrar” numa corrida, é consequência de estar pronto para tentar uma melhor performance. E que para atingir esta melhor performance, será necessário aumentar a tolerância ao sofrimento e aguentar a zona de desconforto por mais tempo.

Chegar ao ponto de me permitir pensar desta forma “arriscada” e ir em busca de aguentar mais o sofrimento, é fruto de uma grande evolução no último ano de treinos, o que não deixa de ser uma recompensa. E pra ser sincero, gosto muito da ideia de treinar mais para poder arriscar mais.

O objetivo agora é: Ganhar mais fôlego, aumentar a força das passadas e CRIAR CORAGEM!!!

quarta-feira, agosto 15, 2012

O que você queima quando corre?

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Este gráfico simples mas muito interessante, foi publicado no grupo da Newpace (Facebook) pelo treinador Rodrigo Baltazar.

O gráfico mostra o percentual de carboidrato ou gordura gastos de acordo com o tempo que ficamos correndo. Fica nítido que só começamos a queimar gordura depois de 30 minutos de corrida, ou seja, para perder peso não adianta correr 100m rasos ou suar feito um condenado durante 15 minutos na esteira, tem que ir mais longe, gastar mais sola de tênis e persistir correndo por muito mais tempo.

Esse gráfico explica também o motivo pelo qual é recomendada a ingestão dos géis de carboidrato após 40 minutos de corrida. É importante essa reposição de energia para não deixar o combustível acabar antes da hora.

segunda-feira, julho 09, 2012

O teste de 2km

Teste de 2km

Na última semana comecei a utilizar as novas zonas de frequência cardíaca e ritmos determinados após o teste de 2km realizado com a orientação da minha coach Mariana.

O teste consistia em correr no ritmo máximo durante 2km. Além do tempo para percorrer esta distância, foram anotadas as FC’s no final do exercício e no 1º e 2º minutos de descanso após a corrida. Junto com estas informações, passei para a Mariana a minha FCmín, que medi ficando 5 minutos deitado com a fita do garmin em um dia sem treinos.

Munida de todas estas informações, a minha treinadora me passou minhas novas zonas de treino:

Z0 = 127 a 142bpm

Z1 = 142 a 163bpm

Z2 = 163 a 185bpm

Z3 = 185 a 200bpm

Z4 = Sprint

Além das zonas cardíacas também tenho agora um parâmetro de pace para cada uma das zonas, o que será mais uma referência durante treinos.

Intensidade    MAX(min/km)    MIN(min/km)

A                  05:58                05:21

L1                 05:17                04:58

L2                 04:55                04:42

L3                 04:38                04:24

Acima de L3

2k a 3k           04:18                04:11

400m a 1k      04:06                03:56

200 a 400m    03:52                03:29

Outra informação legal que veio com o teste de 2km, foi uma estimativa de tempo para as principais distâncias de provas.

Estimativa de tempo (percurso plano)

             MIN           MAX

5km      22:01          21:33

10km    46:28          44:30

21km    01:43:21     01:39:49

42km    03:54:16     03:36:54


Na minha humilde opinião, são estimativas bastante otimistas, mas não custa sonhar e treinar muito para chegar nesses tempos.

Os resultados dos treinos da semana passada, já com as novas zonas, mostraram que os dados obtidos com o teste batem perfeitamente com a realidade. No treino de quarta-feira, correndo com frequência cardíaca na Z3, o meu pace ficou em aproximadamente 4:30/km, dentro do intervalo previsto pela tabela.

Já pude sentir também que os treinos ficaram mais fortes, mas com certeza essa dificuldade adicional só vai trazer bons resultado. Agora é treinar, treinar e treinar, afinal, esta é a única forma de deixar as coisas mais fáceis e conquistar mais alguns RP’s.

segunda-feira, julho 02, 2012

Treino coletivo no Ribeirão da Ilha

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No sábado participei de um treino coletivo no Ribeirão da Ilha com a galera da minha equipe, a Newpace. O treino organizado pela assessoria envolveu atletas do triathlon e das corridas.

524178_328902917194903_1031093052_nO dia estava perfeito, parecia um sábado de verão em Florianópolis, o cenário escolhido para o treino já era suficiente para tirar o fôlego de todos. O Ribeirão da Ilha é uma das mais belas paisagens de Floripa, um local realmente abençoado pela natureza e o simples fato de o treino ser naquele lugar já era motivo suficiente pra levantar cedo e ir correr.

Os treinos coletivos são sempre uma grande diversão, uma verdadeira confraternização entre amigos que curtem o esporte. Não tenho problemas em treinar sozinho, gosto daquela solidão que nos faz pensar na vida, também acho importante treinar a concentração, isso ajuda a manter o foco nas horas ruins de uma prova. Mas variar os treinos também ajuda a não tornar as coisas cansativas, e nada melhor que um treino com os amigos pra sair da rotina.

527995_328904283861433_1191620341_nO treino de corrida traçado pelos treinadores, tinha como objetivo enfrentar o conhecido “morro maldito” que faz parte do Volta à Ilha e é considerado o trecho mais difícil dos 140 km da prova. Saímos do Q.G. da Newpace em direção ao morro as 9:40am, e nos primeiros 2km pela estrada do Ribeirão já foi possível perceber que não seria um dia fácil, mas sim cheio de subidas!

Chegamos no pé do morro e logo nos primeiros metros de subida já deu pra perceber que “morro maldito” é um apelido carinhoso e que ainda não expressa o que a gente sente ao subir aquela morreba, o palavrão que se tem vontade de usar é bem pior que um simples - “maldito”. Um morro com inclinação de 18% a 20%, que exige demais da musculatura das pernas e da lombar. Aguentei uns 800 metros de subida caminhando e as pernas pediram para parar, fui obrigado a sentar no chão e descansar antes que passasse mal. Continuar subindo até seria possível depois do descanso, mas não era a coisa mais inteligente a se fazer, seria um sacrifício desnecessário num dia tão bonito quanto aquele.

555325_328903123861549_1774026253_nEu já sabia da dificuldade da subida, por isso não criei expectativas de ir muito longe, subidas muito íngremes não são meu forte. Além disso minha planilha previa apenas 50’ de corrida, o que cumpri na integra correndo pela estrada do Ribeirão. No final das contas valeu muito a pena participar desse treino com os amigos e aproveitar um pouco das lindas paisagens dessa minha cidade, Floripa é demais.

Depois da corrida ainda acompanhamos o fim do treino do pessoal do triathlon e rolou até um banho de mar pra tirar o suar e lavar a alma. Pra terminar o dia, a noite no mesmo lugar aconteceu o Arráia da Newpace, uma animadíssima festa junina com direito a quentão, fogueira, casamento na roça, quadrilha e muita diversão.

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quinta-feira, fevereiro 02, 2012

Treinos na palma da mão

Treino na Mão

Uma das coisas mais importantes para sonhar alto e viabilizar a realização desse nosso Projeto, foi a procura por uma orientação técnica e profissional para nossos treinos.

A um ano atrás, quando eu ainda não corria, se alguém me perguntasse o que era uma Assessoria Esportiva?, eu certamente não saberia responder, ou responderia uma bobagem. Mas o mundo dá voltas, e hoje os grandes desafios que tenho pela frente dependem e muito desse trabalho.

Em meados de agosto do ano passado, após duas corridas em que acabei com dores no joelho, comecei a me frustar, por treinar e não ver os resultados aparecerem. A empolgação e satisfação inicial, que vinham com a sensação de estar evoluindo logaritmicamente nos 3 primeiros meses, começavam a dar lugar a um sentimento de impotência e frustração ao ter que aguentar dores e ver os tempos piorarem.

Depois de me aconselhar com o amigo e triatleta, Paulo Henrique, vi que minha única saída era buscar a ajuda de uma Assessoria Esportiva e receber as orientações corretas de treinamento. Foi então que procurei a Mariana Andrade e a New Pace, a mesma Assessoria do Paulo.

A primeira impressão é de que são as mesmas planilhas e métodos que todo mundo vê em revistas como a Runners World. Mas ao terminar a primeira semana de treinos, já se pode ver que não é a mesma coisa, pois tem alguém interessado em seu Feedback e preocupado em fazer com que a próxima semana seja melhor.

Hoje, depois de 5 meses de acompanhamento da Mariana, posso garantir que seguir o conselho do Paulo, foi uma das coisas mais certas que eu e a Juliana já fizemos desde que começamos a correr.

Nesse período, já quebramos nosso recorde nos 10km duas vezes, e os próprios treinos ficaram mais “divertidos” e “viciantes”. Hoje temos muito mais condicionamento e confiança para correr.

No final de novembro, quando esboçamos o Projeto Casal 21k, escolhendo as 3 meias maratonas que pretendemos fazer, o primeiro passo e mais importante, foi passar um e-mail para nossa “coach”, para saber se existia possibilidade de sairmos do estágio em que estávamos, para correr uma meia-maratona em março de 2012. Ainda bem que a resposta dela foi…..”- vamos lá, afinal não é todo dia que se pode correr uma meia-maratona em Nova Iorque”

Agora os treinos estão literalmente na palma da mão, e a cada planilha que passa estamos mais próximos e prontos para cumprir nossos desafios.

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